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quarta-feira, 31 de outubro de 2012
Este texto recebi por meio de e-mail, mas depois de ver a sua atuação no julgamento do mensalão é o que poderíamos esperar.
Acreditem, é o mesmo Magistrado. Parece mentira, mas é verdade!
O cara não tem mesmo vergonha na cara.
É o mesmo Lewandowski que inocentou João Paulo Cunha. Demonstrando a dureza de seus votos quando não se trata dos Petralhas, negou, como relator do caso, um Habeas Corpus a um pescador condenado a um ano e dois meses de prisão por pescar 12 camarões em época de defeso.
Vejam a diferença de tratamento:
Tudo por causa de uma dúzia de camarões
Chega ao STF um "crime ambiental" contra catarinense que pescou durante a "época do defeso".
Nem só de mensalão vive o STF. Anteontem (21) à tarde, os ministros participaram de julgamentos das turmas do tribunal, examinando casos prosaicos. Na 2ª Turma do STF, coube ao ministro Ricardo Lewandowski, revisor do processo do mensalão, proferir "votos duros".
Na pauta estava o caso de um homem condenado por ter pescado 12 camarões com uma rede irregular, em época de defeso, na Baía de Babitonga, em Santa Catarina. O pedido de habeas corpus foi feito pela Defensoria Pública da União, em Joinville.
Relator do caso, Lewandowski admitiu que, possivelmente, seria vencido pelos colegas, mas quis expor seu ponto de vista. "A rede tinha uma malha finíssima, a pena é razoável, e há antecedentes" - disse o ministro, ressaltando a importância das leis ambientais para a vida no planeta e defendendo que o pescador cumprisse a pena.
A sentença estabeleceu um ano e dois meses de detenção; depois, ela foi reduzida pelo TJ-SC para uma pena restritiva de direitos.
O ministro Cezar Peluso enrugou a testa, fez um sinal negativo com a cabeça, e proclamou seu voto em seguida. "Ah, não, com 12 camarões, não" - disse ele, favorável ao pedido de habeas corpus.
Gilmar Mendes concordou com Peluso, e, assim, o pescador será solto. No pedido, o defensor público diz que é despropositada a afirmação de que a retirada de uma dúzia de camarões seja suficiente para desestabilizar o ecossistema.
E vencido ficou o Lewandowski, grande amigo dos Petralhas, que absolve um político corrupto, mas condena um pescador por doze camarões.
domingo, 28 de outubro de 2012
um gênio
Entrevista de Emprego
- Seu nome?
- Luiz.
- Escolaridade?
- Terceiro ano incompleto!
- Vamos começar com perguntas simples, conhecimentos gerais, história, geografia, ciências, personalidades.
- Quem foi Stalin?
- Um cara que cantava estalando os dedos.
- E Lênin?
- Tocava nos Beatles.
- O senhor não quer dizer Lennon?
- Esse fazia dupla com a Lilian.
- Ah... Leno!
- Não... Cantano. (rsrss)
- Vamos mudar de assunto. O que é equação?
- É a arte de montar uma égua.
- E equitação?
- É quando a gente paga todas a nossas dívidas.
- O que é um quelônio?
- É um tipo de mineral radioativo.
- Não seria plutônio?
- Não... esse é o nome completo do cachorro do Mickey.
- O que é fotossíntese?
- Denominação técnica para um retratinho 3 x 4.
- O que é um símio?
- Um cara que nasceu na Símia.
- Na Símia? E qual é a capital da Símia?
- Nessa tu me pegou: não me lembro agora.
- Quem era Pancho Vila?
- Companheiro de Dom Caixote.
- O que é um caudilho?
- Um osso que tem na ponta da coluna e segundo os cientistas, comprova que o homem tinha rabo e descende do macaco.
- Onde fica a vesícula?
- Debaixo da clavícula.
- Onde ficam os glúteos e para que servem?
- Ficam na garganta e servem para engolir.
- Onde fica o baço?
- Não é baço. É braço. São dois e ficam antes das mãos.
- Para que servem as fibras óticas?
- Para movimentar os olhos.
- Onde fica o Triângulo das Bermudas?
- Qualquer costureira sabe: entre o cós e o gavião.
- Quem descobriu a Lei da Gravidade?
- Um médico ginecologista francês, o Dr.Jeckyl.
- Putz! E quem foi Sócrates?
- Sócrates? Jogou na seleção. Tá vendo? Também conheço futebol; não é por ser curintiano que tenho que ser inguinorante!
Pois não é que o cara foi aprovado e admitido. ! ! ! Trabalhou um ano, perdeu o dedinho da mão esquerda, aposentou. Foi para o sindicato e, bem..... resto todo mundo sabe no que deu. !!!!
terça-feira, 23 de outubro de 2012
Trazendowisk conversando com o ministro Barbosa:
"Barbosinha" ontem eu peguei o motorista da minha mulher pelado dentro do armário
Barbosa- E o que você fez?
Trazendowisk- despedi o motorista.
Barbosa - e a sua mulher?
Trazendowisk - ele não estava em cima da cama, tive que absolve-la por falta de prova
sábado, 13 de outubro de 2012
editorial do globo
Bom dia, bom feriado, reflexões.......neste dia.
A sociedade não pode esquivar-se de reconhecer a dura verdade sobre o
PT: esse partido com a liderança do mais sórdido político da historia
do país, que foi eleito de forma estelionatária prometendo resgatar a
moralidade e a ética no poder público, logo depois de assumir a
presidência da República dançou e cantou a música que antes dizia não
suportar ouvir. Permitiu que se espalhassem os ovos da serpente do
suborno e da corrupção no poder público e na sociedade privada. Sobre
as costas dos governos petistas pesam dezenas de denúncias de
corrupção, quase todas ainda impunes.
Dilma e o suposto chefe do Mensalão, continuam desafiando a sociedade
e a Justiça com suas hipocrisias e ironias, aconselhando a militância
petista a se manter de cabeça erguida sem sentir vergonha dos crimes
cometidos, crimes esses para enriquecer algum as centenas de
esclarecidos canalhas.
Já tentaram e tentam amordaçar a Imprensa, mesmo Dilma dizendo que
“Prefere o barulho da imprensa livre ao silêncio da ditadura”.
Parabéns aos togados que se mantiveram acima das relações e vínculos
pessoais ao darem o seu voto. É isso que o país espera de sua Suprema
Corte.
O alcance da condenação de José Dirceu
Na apresentação dos votos pela condenação de Dirceu foram citadas
provas “torrenciais” — termo usado pelo procurador-geral, Roberto
Gurgel — da atuação do então ministro chefe da Casa Civil naquele
período, como maestro do mensalão.
Também estará nos destaques do julgamento histórico o voto da ministra
Cármen Lúcia, proferido ainda na terça, contra Dirceu, em que ela
pulveriza, com justificada indignação, a tentativa da defesa de
minimizar o crime tachando-o de “sim ples” caixa dois de campanha.
“Acho estranho e muito grave que alguém diga, com toda a
tranquilidade, que houve caixa dois. Caixa dois é crime. Dizer isso na
tribuna do Supremo, ou perante qualquer juiz, me parece grave (...)”.
O esfarrapado álibi foi destilado dentro do PT, assumido pelos mais
proeminentes advogados do partido (e de acusados de legendas aliadas)
e pelo presidente Lula. Este, numa entrevista concedida em Paris a uma
free-lancer, mesmo depois de ter pedido desculpas, em rede nacional,
por ter sido “traído” pelos mensaleiros — admissão explícita da
existência do esquema —, amenizou o escândalo, equiparando-o “a tudo
que os outros partidos fazem”. Pois isto é crime, disse com firmeza
Cármen Lúcia. Mesmo porque, “restou provado”, como concordam os
ministros, inclusive Lewandowski e Tóffoli, que este dinheiro ilegal
saiu de cofres públicos, (Visanet/Banco do Brasil e contratos
assinados por Marcos Valério, no papel de publicitário, com o
presidente da Câmara, João Paulo Cunha (PT-SP), também condenado) e
foi lavado numa grande fraude financeira de que participaram o Banco
Rural, Marcos Valério, Delúbio Soares e José Genoíno, com o
conhecimento de José Dirceu.
Além do álibi improvável, das fileiras do partido surgiu, por meio de
intelectuais orgânicos, a tese farsesca de que o mensalão não passava
de invenção das “elites”, a serviço das quais estaria uma “mídia
golpista” (a imprensa independente e profissional, leia-se). No melhor
estilo da visão conspiratória cultivada em hostes de militantes
partidários, tudo era uma fantasia mal intencionada. Grande bobagem,
como está sendo mostrado num dos mais longos julgamentos de que se tem
notícia, transmitido ao vivo pela TV. Assistir a qualquer das sessões
dá ideia precisa da s eriedade com que o Ministério Público construiu
sua denúncia, com base em informações das CPIs que vasculharam o
escândalo, de investigações e perícias da Polícia Federal. O mesmo
zelo e rigor técnico transparecem nos votos do relator Joaquim Barbosa
e na intervenção dos demais ministros.
Não faz sentido, portanto, o condenado José Dirceu, em nota emitida
após o desfecho do seu julgamento nesta acusação, dizer-se “prejulgado
e linchado”, e ainda equiparar a Corte a um tribunal “político e de
exceção”. Discurso para militantes.
Não contava a defesa, de Dirceu e de todos, que o STF, por maioria
absoluta, avançaria na jurisprudência. “Provas evidenciais”, a teoria
do “domínio do fato”, a importância de testemunhas — nada, por óbvio,
inventado pelos ministros do STF, apenas reinterpretações de conceitos
antigos — serviram para condenar vários acusados, i nclusive parte da
cúpula do PT na época do mensalão, 2002/2005.
Sem a nova amplitude de visão da maioria do Pleno do STF, nunca um
chefe — aquele que tem o “domínio do fato” — de uma operação ilegal
com estas proporções, montada dentro do Estado, seria condenado, pois
ele não deixa provas materiais. Cometem crimes sem rastros. Por isso,
a ortodoxia jurídica, na qual confiaram os advogados dos mensaleiros,
contribuiu muito para a ideia de que poderosos não são punidos no
Brasil. E de fato.
O alcance da condenação de Dirceu é essencialmente político,
ponto-chave para a estabilidade institucional do Brasil na democracia.
Fica entendido, depois deste julgamento, que qualquer grupo que tente
executar um projeto de poder criminoso para se perpetuar como governo
— não importa em nome de quê — esbarrará, como deve ser, com o Poder
Judiciário, e, no caso específico, com o Supremo, responsável último
por zelar pela Constituição.
O Executivo subjugar, por via financeira ou qualquer outra forma, o
Legislativo é desestabilizar a República, implodir princípios da
democracia representativa, atacar o conceito essencial da
independência entre os Poderes, tomar o rumo de um regime chavista,
unitário, cesarista. É crime, alerta o Supremo. O mesmo é verdade no
relacionamento entre Legislativo e Justiça. Esta é a mensagem do STF
nas condenações que tem lavrado. Mais significativa ela fica se for
considerado que a maioria dos atuais ministros da Corte, sete em dez,
foi nomeada por governos petistas. É risível enxergar algum dirigismo
nas condenações que têm sido distribuídas.
http://oglobo.globo.com/opiniao/editorial-alcance-da-condenacao-de-jose-dirceu-6364949#ixzz2947ZayNn
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sexta-feira, 5 de outubro de 2012
eleições 2
Povo de meu Deus domingo dia sete terá mais uma chance de passar o Brasil a limpo, vamos escolher muito bem os candidatos, não tenhamos memória curta.
despesas da presidente
Gostaria de ser informado de quem pagou as despesas do deslocamento da presidente para a sua participação no comício pró Haddad, ela veio de avião de carreira ou com o lula móvel?, O carro que a levou ao comício foi chapa branca ou alugado se alugado quem pagou?
Fazer campanha para candidato do seu partido tudo bem, mas não com o meu dinheiro.
eleições
Quem diria, o outrora todo poderoso onipotente barbudo vem quase que implorar para a presidente participar do comício pró Haddad em São Paulo, já que ele não consegue emplacar o candidato imposto por ele ao pé, para o segundo turno das eleições.
Parece que esta caindo à ficha do povo brasileiro que já não acredita no responsável pelo maior escândalo politico do Brasil, pois em matéria de eleição de 2012 todos os candidatos por ele impostos estão fazendo água.
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