Bem-vindo ao melhor blog já criado para discussão de diversos assuntos que são mencionados em uma mesa de boteco: Futebol, politica, religião, mulheres, sinuca, bebidas, e o que mais você quiser.... aqui você encontra polêmica!
segunda-feira, 28 de janeiro de 2013
Conta de luz
Como diz Neto é brincadeira, alarde em rede nacional e a Sra. Presidente anuncia a quatro ventos a redução das tarifas das contas de energia (tarifa que estamos sendo tungados há anos), segundo a presidente o desconto será para nos mortais de 18%. Mas quem pagará a conta? Jornais informaram a semana passada que após a negativa das concessionárias em reduzir o valor o tesouro nacional vai arcar com R$ 8,5 bilhões para garantir o corte nas contas. Ora o Tesouro Nacional produz alguma coisa. O dinheiro do tesouro não vem da arrecadação de impostos? Haja vista que no ultimo ano foram arrecadados de nós pobres mortais mais de um trilhão de reais.
Se não produz e se só arrecada não somos nós que pagamos? Não precisa explicar eu só queria entender.
quarta-feira, 16 de janeiro de 2013
maquiagem ll
Voltando a falar do ministro da fazenda;Financial Times diz que Mantega e BC estão virando “profissionais” do uso do “jeitinho” nas contas do governo
Um dos jornais que serve de referência para o mundo das finanças, o FT, ironizou hoje em um artigo o “jeitinho brasileiro” aplicado aos temas monetários e chega a apontar que o ministro da Fazenda, Guido Mantega, e o Banco Central estariam se transformando em “profissionais” nisso.
O FT chega a explicar ao público estrangeiro o que significa o termo “jeitinho”. Trata-se, segundo eles, do hábito de desviar das regras ou convenções por táticas altamente criativas e beirando a ilegalidade.
Segundo o jornal, tanto Mantega quanto o BC mantem sua ação dentro da legalidade. No caso do Banco Central, o jeitinho é usado na manutenção da taxa de juros e a diferença entre o que a instituição de fato anuncia e as taxas de fato cobradas. Isso porque Alexandre Tombini estaria permitindo que as taxas interbancárias cobradas durante a noite sejam reduzidas, dando um estímulo â economia, sem anunciar de fato mais uma redução nos juros desde 2011.
Mantega também estaria usando o jeitinho para combater a inflação. Citando a Radio Estadão, o FT aponta que o prefeito de São Paulo, Fernando Haddad, confessou que Mantega o pediu para não elevar as tarifas de transporte, para segurar a inflação. Segundo o jornal, Mantega já um “especialista no jeitinho”, diante de sua administração do crescimento e da própria moeda.
2014
Vamos ficar espertos, o valor da conta de energia vai abaixar, do couro sai à correia, alguma coisa vem por ai.
Noticias que envergonham qualquer cidadão de bem, câmara reforma apartamento, cada um recebera banheira de hidromassagem, brincadeira como se os deputados trabalhassem tanto que precisassem este conforto para retomar suas forças. Assembleia trocara a frota de veículos, pasmem os carros tem somente dois anos de uso. E sabe quem paga a conta? Nós.
Em 2014 tem eleição para a câmara sena do e assembleias. Este país tem que ser passado a limpo.
Luiz Fernando Verissimo
Um dia de merda
Luiz Fernando Veríssimo
Aeroporto Santos Dumont, 15:30. Senti um pequeno mal estar causado por uma cólica intestinal, mas nada que uma urinada ou uma barrigada não aliviasse. Mas, atrasado para chegar ao ônibus que me levaria para o Galeão, de onde partiria o vôo para Miami, resolvi segurar as pontas. Afinal de contas, são só uns 15 minutos de busão. “Chegando lá, tenho tempo de sobra para dar aquela mijadinha esperta, tranqüilo”. O avião só sairia às 16:30.
Entrando no ônibus, sem sanitários, senti a primeira contração e tomei consciência de que minha gravidez fecal chegara ao nono mês e que faria um parto de cócoras assim que entrasse no banheiro do aeroporto. Virei para o meu amigo que me acompanhava e, sutil, falei: “Cara, mal posso esperar para chegar na merda do aeroporto porque preciso largar um barro”. Nesse momento, senti um urubu beliscando minha cueca, mas botei a força de vontade para trabalhar e segurei a onda. O ônibus nem tinha começado a andar quando, para meu desespero, uma voz disse pelo alto falante: “Senhoras e senhores, nossa viagem entre os dois aeroportos levará em torno de 1 hora, devido às obras na pista”. Aí o urubu ficou maluco querendo sair a qualquer custo. Fiz um esforço hercúleo para segurar o trem merda que estava para chegar na estação ânus a qualquer momento. Suava em bicas.
Meu amigo percebeu e, como bom amigo que era, aproveitou para tirar um sarro. O alívio provisório veio em forma de bolhas estomacais, indicando que pelo menos por enquanto as coisas tinham se acomodado. Tentava me distrair vendo TV, mas só conseguia pensar em um banheiro, não com uma privada, mas com um vaso sanitário tão branco e tão limpo que alguém poderia botar seu almoço nele. E o papel higiênico então: branco e macio, com textura e perfume e, ops, senti um volume almofadado entre meu traseiro e o assento do ônibus e percebi, consternado, que havia cagado. Um cocô sólido e comprido daqueles que dão orgulho de pai ao seu autor. Daqueles que dá vontade de ligar pros amigos e parentes e convidá-los a apreciar na privada. Tão perfeita obra, dava pra expor em uma bienal. Mas sem dúvida, a situação tava tensa. Olhei para o meu amigo, procurando um pouco de solidariedade, e confessei sério: “Cara, caguei”.
Quando meu amigo parou de rir, uns cinco minutos depois, aconselhou-me a relaxar, pois agora estava tudo sob controle. “Que se dane, me limpo no aeroporto” – pensei. “Pior que isso não fico”. Mal o ônibus entrou em movimento, a cólica recomeçou forte. Arregalei os olhos, segurei-me na cadeira, mas não pude evitar e, sem muita cerimônia ou anunciação, veio a segunda leva de merda. Dessa vez, como uma pasta morna. Foi merda para tudo que é lado, borrando, esquentando e melando a bunda, cueca, barra da camisa, pernas, panturrilha, calças, meias e pés. E mais uma cólica anunciando mais merda, agora líquida, das que queimam o fiofó do freguês ao sair rumo à liberdade. E depois um peido tipo bufa, que eu nem tentei segurar, afinal de contas o que era um peidinho para quem já estava todo cagado. Já o peido seguinte, foi do tipo que pesa. E me caguei pela quarta vez.
Lembrei de um amigo que certa vez estava com tanta caganeira que resolveu botar modess na cueca, mas colocou as linhas adesivas viradas para cima e quando foi tirá-lo levou metade dos pêlos do rabo junto. Mas era tarde demais para tal artifício absorvente. Tinha menstruado tanta merda que nem uma bomba de cisterna poderia me ajudar a limpar a sujeirada. Finalmente cheguei ao aeroporto e, saindo apressado com passos curtinhos, supliquei ao meu amigo que apanhasse minha mala no bagageiro do ônibus e a levasse ao sanitário do aeroporto para que eu pudesse trocar de roupas. Corri ao banheiro e, entrando de boxe em boxe, constatei a falta de papel higiênico em todos os cinco.
Olhei para cima e blasfemei: “Agora chega, né?” Entrei no último, sem papel mesmo, e tirei a roupa toda para analisar minha situação (que conclui como sendo o fundo do poço) e esperar pela minha salvação, com roupas limpinhas e cheirosinhas e com ela uma lufada de dignidade no meu dia.
Meu amigo entrou no banheiro com pressa, tinha feito o “check-in” e ia correndo tentar segurar o vôo. Jogou por cima do boxe o cartão de embarque e uma maleta de mão e saiu antes de qualquer protesto de minha parte. Ele tinha despachado a mala com roupas. Na mala de mão só tinha um pulôver de gola “V”. A temperatura em Miami era de aproximadamente 35 graus.
Desesperado, comecei a analisar quais de minhas roupas seriam, de algum modo, aproveitáveis. Minha cueca joguei no lixo. A camisa era história. As calças estavam deploráveis e, assim como minhas meias, mudaram de cor tingidas pela merda. Meus sapatos estavam nota 3, numa escala de 1 a 10. Teria que improvisar. A invenção é mãe da necessidade, então transformei uma simples privada em uma magnífica máquina de lavar. Virei a calça do lado avesso, segurei-a pela barra, e mergulhei a parte atingida na água. Comecei a dar descarga até que o grosso da merda se desprendeu.
Estava pronto para embarcar. Saí do banheiro e atravessei o aeroporto em direção ao portão de embarque trajando sapatos sem meias, as calças do lado avesso e molhadas da cintura ao joelho (não exatamente limpas) e o pulôver gola “V”, sem camisa. Mas caminhava com a dignidade de um lorde.
Embarquei no avião, onde todos os passageiros estavam esperando “O RAPAZ QUE ESTAVA NO BANHEIRO” e atravessei todo o corredor até o meu assento, ao lado do meu amigo que sorria. A aeromoça se aproximou e perguntou se precisava de algo. Eu cheguei a pensar em pedir 120 toalhinhas perfumadas para disfarçar o cheiro de fossa transbordante e uma gilete para cortar os pulsos, mas decidi não pedir: “Nada, obrigado. Eu só queria esquecer este dia de merda!”
inflação
Segundo o ministro da fazenda estamos no caminho certo e isso ele tem dito ano após ano, se estamos tanto no caminho certo porque o governo precisa maquiar a inflação e maquiar o ridículo crescimento do PIB. Inflação de 5,84% só para quem não vai aos supermercados, a cesta básica teve aumentos expressivos, a continuar assim em breve veremos de volta as terríveis maquinas de remarcar preço de tão triste memória
cartão coorporativo
Ser presidente do povo como o antigo se intitulava gastando o que gastou com o cartão cooperativo, fica fácil, já não bastam às falcatruas os mensalões, ainda o povo de quem ele se intitula presidente teve que arcar com despesas como alimento para animais, bandeiras, flamulas, pedágio, material de caça e pesca esportivo, festas etc. depois De Gaulle não tinha razão
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